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Duas trajetórias, uma empresa construída de propósito.

A gente desenvolve sistemas e soluções de software sob medida. A empresa nasceu de um incômodo simples: software que é entregue, cobrado e depois ninguém usa.

  1. 01

    Antes da Dhuon

    Passamos anos construindo software dentro de empresa dos outros. Deu pra ver de perto o que funciona e, principalmente, o que trava: sistema entregue sem ninguém pra tocar, ferramenta comprada porque o concorrente comprou, projeto que morre na segunda semana de uso.

  2. 02

    Por que criar a nossa

    Cansamos de ver projeto bom virar entrega burocrática. A gente queria falar direto com quem toca o negócio, entender o problema antes de escolher a tecnologia e continuar por perto depois que o sistema sobe. Como a empresa que fazia isso não apareceu, abrimos a nossa.

  3. 03

    O que a gente faz hoje

    Desenvolvimento de sistemas e soluções de software, do que o cliente vê ao que roda por trás. Site, agente de IA e cardápio em realidade aumentada são os pedidos mais comuns — mas também fazemos sistema interno, automação de processo, integração entre ferramentas e consultoria estratégica com dados, em que modelos econométricos apontam o que realmente mexe no faturamento. O formato vem do problema.

As duas metades

Artur

Engenharia de software

Engenheiro de software formado pela Universidade de Brasília (UnB) e, hoje, mestrando na Universidade do Porto, em Portugal.

São cinco anos de mercado, boa parte deles resolvendo problema de sistema em produção com prazo curto. Na Dhuon cuida da arquitetura e do código — e de segurar a gente quando a vontade é prometer mais do que dá pra sustentar depois.

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Júlio

Produto e negócio

Graduando em Economia no IDP e programando desde antes de entrar na faculdade. A formação acabou virando ferramenta: ele lê a conta e o sistema com o mesmo olho.

Traz experiência de mercado e de engenharia de prompts. É quase sempre ele quem pergunta "isso aí resolve o quê, exatamente?" antes da gente escrever a primeira linha de código.

LinkedIn de Júlio

No que a gente não abre mão

  • O problema vem primeiro

    Tecnologia é meio. Antes de propor qualquer coisa, a gente senta pra entender onde o cliente escapa e onde a sua equipe perde a tarde.

  • Tudo às claras

    Você vai saber o que foi feito e por quê, em português. Se precisar de um relatório bonito pra entender o próprio sistema, alguma coisa deu errado antes.

  • Conversa direta

    Quem desenha e escreve o código é quem conversa com você. Sem intermediário traduzindo o seu problema pela metade.

  • Resultado é o placar

    O que vale é o que mudou na operação depois. Entrega grande que não mexeu em nenhum número não estava pronta.

O que a gente desenvolve

A lista abaixo é de exemplos, não de limite. A pergunta que importa é se o seu problema se resolve com software ou com dado bem lido — se sim, a gente constrói.

  • Sites e páginas rápidas, feitos pra transformar visita em contato e contato em venda.
  • Agentes de IA que atendem fora do horário, qualificam quem chega e passam a conversa pronta pra pessoa certa.
  • Sistemas internos: cadastro, pedido, estoque, agenda, controle — o que hoje vive numa planilha que só uma pessoa entende.
  • Automação de processo e integração entre as ferramentas que a empresa já usa, pra o dado parar de ser copiado na mão.
  • Consultoria estratégica com dados: modelos econométricos sobre o que a empresa já registra, pra estimar efeito de preço, canal, sazonalidade e retenção no faturamento.
  • Painéis que respondem à pergunta que o dono faz de verdade, não à que o gráfico deixa fazer.
  • Experiências em realidade aumentada, como o cardápio em que o cliente vê o prato em tamanho real pelo próprio navegador.
  • E, depois de tudo no ar: treinamento, ajuste e acompanhamento. Software que ninguém usa não resolveu nada.

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